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Dia da Mulher

Palestras marcam o Dia Internacional da Mulher no Câmpus Inhumas

Criado: Quinta, 08 de Março de 2018, 12h21 | Última atualização em Terça, 03 de Abril de 2018, 13h16

Atividades abordaram os temas Direito da Mulher e Gênero e Feminismo nas Redes Sociais

O Dia Internacional da Mulher no IFG-Câmpus Inhumas foi marcado por duas palestras que abordaram os direitos e a luta das mulheres por igualdade em diferentes áreas. A advogada Maristela Palmeira, especialista em Direito Civil, ministrou a palestra voltada para os servidores com o tema Direito da Mulher, às 9 horas, e a professora James Deam Amaral Freitas, do IFG-Câmpus Goiânia, falou sobre Gênero e Feminismo nas Redes Sociais, às 11 horas, para alunos do câmpus. 

As atividades foram programadas pelo Departamento de Áreas Acadêmicas (DAA) e pela Coordenação de Recursos Humanos e Assistência ao Servidor (CRHAS), juntamente com o Setor de Saúde. "Pensamos numa programação para o dia 8 de março com a intenção de não só comemorar direitos já conquistados, mas, principalmente, promover ações que reconheçam o quanto ainda temos a conquistar. Tivemos temáticas relacionadas a gênero e empoderamento feminino, para o fortalecimento da luta em defesa dos direitos da mulher e da busca por isonomia", explicou a assistente social Ludmylla Ribeiro Pessoni. 

Direitos

A servidora Jéssika Vieira Gomes, técnica em contabilidade, participou da palestra ministrada pela advogada Maristela Palmeira e disse que a atividade foi muito esclarecedora. "Ela expôs de forma prática quais são os meios que a mulher pode buscar para garantir seus direitos. Foi uma palestra bem didática e informativa, que abordou temas como machismo, divórcio, pensão, direitos das grávidas e orientações sobre procedimentos que ocorrem na Delegacia da Mulher", contou. 

A estudante Débora Rodrigues da Costa Faria, 17 anos, aluna do curso Técnico em Agroindústria, disse que a palestra da professora James Deam foi muito boa, porque trouxe uma perspectiva nova em relação ao Dia Internacional da Mulher. "Precisamos questionar um pouco mais as coisas que acontecem. Até o que parece um elogio pode ser, na verdade, uma forma de opressão."

Para Adriely Nascimento Cuadros, 15 anos, aluna do Técnico em Informática, a palestra serviu para "abrir os olhos", já que a data acaba sendo comemorada de forma superficial. "Muitas mulheres sofrem o ano todo, com agressões verbais e até mesmo físicas. E hoje tem gente que só fala em comemoração como se nada de errado acontecesse nos outros dias", afirmou a estudante. 

Nagella Nayane Ferreira de Moraes, 18 anos, aluna do curso Técnico em Agroindústria, destacou que a atividade mostrou como as mulheres ainda são rotuladas na sociedade. "Muita gente ainda pensa que mulher só deve cozinhar, cuidar da casa, cuidar dos filhos. Algumas nem podem sair de casa livremente, porque os maridos não deixam. Sem falar nas mortes de tantas mulheres. Precisamos entender o que acontece e saber que feminismo não significa ir contra os homens, significa buscar direitos iguais", comentou.       

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