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Coordenação de Relações Internacionais

Criado: Terça, 10 de Maio de 2016, 10h01 | Última atualização em Sexta, 22 de Dezembro de 2017, 11h35

      1. Como o IFG percebe internacionalização?

Internacionalização no IFG é concebida como um processo de intercâmbio educacional, científico e tecnológico, que privilegia os servidores e discentes por meio de acordos e convênios, para alavancar qualitativamente o desenvolvimento institucional em busca da troca cooperativa de conhecimento e competências.

      2. Qual o setor que auxilia o IFG no processo de internacionalização?

A Coordenação de Relações Internacionais (RI) está responsável por apoiar o IFG nas ações de internacionalização.

      3. Atualmente, qual a estrutura organizacional da RI no IFG?

Reitor (Prof. Jerônimo Rodrigues da Silva) -> Diretor Executivo (Prof. Adelino Cândido Pimenta) -> Coordenação de Relações Internacionais (Coordenadora Profa. Suelene Vaz da Silva e Assistente Ingrid Klein)

        4. A Coordenação de Relações Internacionais possui um site?

A página da Coordenação de RI está no menu do site do IFG <www.ifg.edu.br>, no termo Internacional. Nesse ícone, você encontrará informações sobre editais que oferecem oportunidades de intercâmbio, sobre eventos no exterior, países/instituições que possuem convênios assinados com o IFG, entre outros assuntos.

        5. O IFG oferece oportunidades de intercâmbio para instituições estrangeiras?

O IFG não possui recursos financeiros para custear programas de intercâmbios, portanto o IFG atua como mediador na divulgação de editais com fomento de outras organizações. O MEC, por exemplo, é um dos promotores de oportunidades de intercâmbios com bolsas <http://www.capes.gov.br/editais-abertos>. Contudo, há projetos, desenvolvidos por professores do IFG que preveem bolsas para alunos de graduação e pós-graduação.

        6. Se eu participar de um intercâmbio em outro país, eu atraso meu curso no IFG?

Não há uma resposta fechada para esse questionamento. O IFG ainda não possui uma política de internacionalização que regulamente a saída de alunos e o aproveitamento de créditos/disciplinas. Cada aluno precisará ter seu processo avaliado de forma independente pela coordenação do curso, com respaldo da PROEN.

        7. É necessário saber uma língua estrangeira (LE) para participar de um intercâmbio?

A comprovação de conhecimento em uma LE dependerá do edital ao qual a pessoa está concorrendo. O mais comum é a exigência de conhecimento na língua de instrução da instituição para onde a pessoa irá. Por exemplo, o Canadá. Há instituições que ministram aulas em francês, outras em inglês, tal fato influenciará em qual LE o candidato terá que comprovar proficiência.

         8. O IFG aplica prova/exame de proficiência?

No momento não. O candidato terá que entrar em contato com instituições que aplicam essas provas (geralmente cursos de línguas estrangeiras) e pagar por elas.

        9.Quais os exames de proficiência mais comuns? E quais as notas/pontuações que eles atribuem?

 ·       Inglês: TOEFL e IELTS (CPE - Certificate of Proficiency in English) e exames de proficiência de Cambridge (CAE - Cambridge Advanced Examination).

TOEFL e IELTS são os dois mais comuns para a língua inglesa e podem inclusive ser exigidos por universidades de países em que esta não é a língua oficial, mas que têm cursos ministrados em inglês. O TOEFL predomina nos Estados Unidos e o IELTS na Europa e demais países com cursos em inglês. O valor dos testes é em torno de US$ 200 (cerca de R$ 750).

·       Espanhol: DELE e SIELE

Os exames DELE correspondem aos diplomas de língua concedidos pelo governo da Espanha. Eles têm validade por tempo indeterminado. O SIELE, que compreende todas as variantes da língua, é um exame feito por uma parceria entre Espanha e México. Ele tem validade de dois anos. Existem seis provas diferentes de DELE, que avaliam as competências e níveis de fluência da língua (do A1 ao C2). No site do Instituto Cervantes é possível saber mais sobre cada nível e descobrir o grau de dificuldade de cada um vendo modelos de exames.

O SIELE, por sua vez, será dividido em quatro provas que compreendem as diferentes competências da língua (leitura, audição, escrita e oral). O candidato pode optar por avaliar apenas algumas dessas competências. Os exames de proficiência serão realizados de forma eletrônica em centros autorizados. Mais informações estão disponíveis no site oficial do exame.

Diferentemente dos exames de proficiência em inglês, porém, os DELE e o SIELE não podem ser prestados a qualquer momento. Há um cronograma de provas para cada ano e os valores para prestar os exames vão de R$ 210 a R$ 450.

·       Francês: DELF / DALF

Quando falamos de língua francesa, falamos de DELF e DALF. No Brasil, a única instituição autorizada a aplicá-los é a Aliança Francesa, que estabelece um mesmo calendário de provas e taxa de inscrição para todo o país.

Ao todo, são seis diplomas oficiais, correspondentes a seis níveis diferentes. No geral, universidades exigem diplomas dos níveis B2 ou C1 para admitir estudantes estrangeiros. Os diplomas têm validade permanente e, para prestá-los, é necessário fazer antes uma avaliação para saber o nível mais adequado. Mais informações sobre essas etapas estão no site da Aliança Francesa.

As provas são aplicadas duas vezes ao ano, uma no primeiro semestre e outra no segundo. As inscrições devem ser feitas presencialmente em unidades da Aliança Francesa e custam entre R$ 172 a R$ 612.

·       Alemão: Goethe-Zertifikat

Os exames que comprovam conhecimento deste idioma são chamados Goethe-Zertifikat e são aplicados pelo Goethe Institut no Brasil. Existem ao menos 11 avaliações, que medem os diferentes níveis de competência, desde A1 para iniciantes até C2 para o nível mais alto. Novamente, a exigência muda de universidade para universidade.

As provas acontecem duas vezes ao ano. Valores vão de R$ 165 a R$ 575, dependendo do nível.

·       Mandarim: HSK

Menos conhecido que os outros exames de proficiência, o HSK avalia a proficiência dos estudantes em mandarim. São seis níveis de avaliação, que medem, em termos gerais, a quantidade de vocabulário que o aluno domina – sendo uma faixa de 150 “hanzis” (caracteres chineses) para o nível I e 5 mil para o nível VI.

No Brasil, o Instituto Confúcio é o único órgão autorizado pelo governo da China a aplicar o HSK, bem como a versão do teste voltada para adolescentes, o YCT. As datas e os valores dos exames de proficiência variam de acordo com os centros de aplicação, mas em geral são realizadas duas edições por ano, com valores que vão de R$ 30,00 a R$ 350,00.

Para quem pretende prestar o exame a fim de ser admitido em uma universidade chinesa, é importante observar que a maior parte dos cursos oferecidos para estrangeiros na China exigem certificado de inglês. Um diploma de mandarim, porém, pode ser visto como diferencial pelos selecionadores.

 Fonte: <https://www.estudarfora.org.br/principais-exames-de-proficiencia/>.

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