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Inclusão/Acessibilidade

Criado: Terça, 16 de Agosto de 2016, 11h40 | Última atualização em Terça, 16 de Outubro de 2018, 16h35

 

Setembro Azul

        O mês de setembro é de destaque para a comunidade surda. Dia 10/09 é o dia mundial das línguas de sinais, dia 26/09 é o dia nacional do Surdo, por ser a data de fundação da primeira escola de surdos do Brasil, o INES – Instituto Nacional de Educação dos Surdos.

      A cor azul é alusiva a dois momentos históricos marcantes: a segunda Guerra Mundial, em que o governo nazista obrigava as pessoas com deficiência e as pessoas surdas a usarem uma faixa azul no braço para serem identificadas como menos capazes ou imperfeitas, e a Cerimônia da Fita Azul, ocorrida na Austrália em 1999, momento em que a comunidade surda oficializou a referida cor como símbolo, desta vez como orgulho. Assim, é relembrada a opressão sofrida e, ao mesmo tempo, afirma-se a luta e a força do movimento surdo nas conquistas e reconhecimento da expressão de sua identidade, idioma e cultura.

        Uma das reivindicações atuais da comunidade surda, no Brasil e no mundo, é a conquista do direito à escola bilíngue, em que a primeira língua seja a de sinais (no caso do Brasil, a Libras) e a segunda língua seja a escrita do idioma oral da cultura ouvinte.

 

Ser surdo

      A identidade surda é marcada pelo uso primordial da língua de sinais como idioma e pela comunicação eminentemente visual. Assim, essas são as vias determinantes pelas quais os surdos se relacionam e aprendem. No âmbito sociopolítico, organizam-se para reivindicar direitos (como a presença de intérprete de libras em eventos, escolas, órgãos públicos e meios de comunicação) e para o cultivo e reconhecimento social (inclusive científico) de seu idioma.   

 

Setembro Azul no IFG

      O IFG oferece o curso de Pedagogia Bilíngue (Libras/Português) no Câmpus Aparecida de Goiânia. Conforme o projeto político-pedagógico do curso, espera-se que “o educador bilíngue esteja apto a trabalhar com a educação de alunos surdos e ouvintes, atendendo a todos em sua primeira língua e com metodologias de ensino adequadas a ela.” Dada a essa especificidade, as ações do Setembro Azul têm sido primordialmente encampadas por esse câmpus. A programação deste ano pode acessada pelo link abaixo:

       Programação Setembro Azul - Câmpus Aparecida de Goiânia - 2018.

       Matéria sobre a Mesa-redonda: “Relatos surdos: processos educacionais e formação profissional” realizada no dia 06 de setembro de 2018.

 

       O  NAPNE de Itumbiara, por sua vez,  promove as seguintes atividades: 

 
       26/09 das 16:30 às 18:30 - Sala S-506 - Oficina de adaptação curricular para alunos surdos - Público: professores.  
       28/09 às 19:00 - Auditório Central: - Apresentação cultural dos alunos de Engenharia elétrica e licenciatura em Química (música adaptada para estimular o voto consciente) e dinâmica "Se eu fosse você". 
                                                                      - Palestra: Surdez: língua e educação. Palestrantes: Cristiane Siqueira Pereira, Marciel Silva Magalhães e Maísa Conceição Silva.
                                                                        Após a palestra, será aberto espaço para debate. 

 

      E na Reitoria do IFG, na sala de reuniões, acontece neste dia 26/09, às 10h, a Roda de Conversa : Rompendo as diferenças através do ensino da Libras, com os professores Lucimar Alves de Oliveira (servidora intérprete no Câmpus Anápolis) e Diego Leonardo Pereira Vaz (Professor do curso de Pedagogia Bilíngue -Câmpus Aparecida de Goiânia).

<https://www.ifg.edu.br/component/content/article/17-ifg/ultimas-noticias/10147-lingua-brasileira-de-sinais-tem-uma-gramatica-propria-regionalismos-e-nao-e-universal-afirma-interprete-em-roda-de-conversa?highlight=WyJkaWVnbyJd>

 

       - Câmpus Goiânia

             Conheçam também o trabalho da professora Waléria Corcino de Oliveira, que é surda e  ministra a Libras para alunos ouvintes dos cursos superiores no .

                     <https://www.ifg.edu.br/ultimas-noticias-campus-goiania/10189-setembro-azul-professora-surda-waleria>

 

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