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Inclusão/Acessibilidade

Criado: Terça, 16 de Agosto de 2016, 11h40 | Última atualização em Terça, 16 de Outubro de 2018, 16h35

 

 

As Necessidades Educacionais Específicas  (NEE) no IFG

 

       Historicamente, a  educação de pessoas com algum tipo de deficiência era restrita e, quando existente, empreendida em escolas especiais ou instituições de enfoque predominantemente clínico e/ou assistencial. No final do século XX, movimentos organizados por parte dessas pessoas, seus familiares e pesquisadores opuseram-se a condições que limitavam a participação social plena e, no campo educacional,  criticaram a exigência de que os alunos com deficiência somente pudessem estudar com os colegas sem deficiência se alcançassem certo padrão de "normalidade" preestabelecido. Em contraponto, propuseram uma educação especial inclusiva, isto é, que demandasse das instituições de ensino o provimento de condições/ adaptações  suficientes para a aprendizagem, sem que houvesse segregação ou prejuízo acadêmico. Nesse intuito, as políticas públicas  em educação, em nível mundial, vêm se debruçando no desafio de atender a essa premissa,  o que abrange o estabelecimento de serviços e/ou núcleos multiprofissionais que auxiliem as instituições de ensino, sobretudo o corpo docente, na inclusão educacional. 

     No IFG, em  outubro de 2017, foi aprovado  o Regulamento dos Núcleos de Atendimento às Pessoas com Necessidades Específicas - NAPNEs, mediante a Resolução nº 30. Em janeiro de 2018, foi retificado e atualmente figura sob o título: Resolução CONSUP/IFG nº 01, de 04 de janeiro de 2018. O  documento regulamenta a implementação e  fornece diretrizes para a constituição desses núcleos, cujo público-alvo é composto por discentes que apresentem: condições de deficiência; transtorno global do desenvolvimento (como, por exemplo, o autismo); altas habilidades/ superdotação. Por fundamentar-se na perspectiva inclusiva, o propósito dos NAPNEs não é o  de exercer a escolarização desses discentes em um ambiente distinto dos demais colegas, e sim de subsidiar os docentes e demais servidores dos câmpus em desenvolver ações que possam dirimir ou minimizar barreiras que impeçam ou dificultem os processos de ensino-aprendizagem e que maximizem habilidades, potenciais e autonomia desses estudantes.

 

     NAPNES

             Em 2017 foram instituídos no IFG, em cada câmpus, os Núcleos de Atendimento à Pessoa com Necessidades Específicas - NAPNEs, ligados à Pró-Reitoria de Ensino (PROEN), por meio do NAI. Compostos por uma comissão multiprofissional de servidores, os NAPNEs buscam “a quebra de barreiras arquitetônicas, comunicacionais, educacionais e atitudinais na instituição” (IFG, Resolução n°01/2018) e respondem pelas ações de acompanhamento às pessoas com necessidades educacionais específicas (dentre elas as pessoas com deficiência, as que apresentam altas habilidades/superdotação e as que apresentam transtorno global do desenvolvimento). Estudantes, pais e representantes da comunidade podem participar dos Núcleos.

 

    NAI (Núcleo de Ações Inclusivas) do IFG    

              O Núcleo de Ações Inclusivas (NAI) , vinculado à PROEN, é responsável por assessorar o trabalho dos NAPNEs e pelo desenvolvimento de ações de capacitação relacionadas à educação especial inclusiva.  É composto por uma comissão de servidores das pró-reitorias, do SIASS (Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor Federal) e repesentantes da comunidade. Atualmente compõem o NAI os servidores:  Ana Beatriz M. Freitas (PROEN); Thiago Hilário (PROEN), Nathália Barcelos Oliveira (PROPPG), Ilza de Carvalho Santos (SIASS), Alinne M. da Cruz Atanásio (PROAD). 

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